Brechó das Almas
01:31:44
Espaço das Artes de Belém

Brechó das Almas

TEMOS ALMAS AQUI, QUEM QUER COMPRAR? O espetáculo “Brechó Das Almas” foi arquitetado através de três contos: O Mercador, A Morte Do Ateu e Brechó das Almas, do escritor Luís Menna Barreto. Este compilado de escritos origina a produção de um espetáculo que aborda o pós-morte, mais precisamente a chegada de cada alma ao portão do céu. O caminho a percorrer é longo e cheio de informações que determinam como a alma vai se adaptar e se reconhecer dentro deste novo ambiente. Esta chegada é marcada por um grande protocolo gerado por Celestino, o atendente que recebe as almas, vivenciado pelo ator Nilton Cézar. No céu existem normas para os bem-aventurados e isso não tem nada a ver com um corpo em vida que tenha sido saudável, belo e ativo em sociedade; as questões propícias para esse passe livre são questões éticas e morais. Almas remendadas, furadas e rasgadas vagam livremente pelo céu, o que causa certas revoltas em quem está na fila de espera, sendo necessária uma rememoração das práticas em vida de quem está na fila. O espetáculo traz um tom cômico que nos conduz à uma reflexão profunda de quem somos e de quem gostaríamos de ser, nos colocando de frente para o reflexo de nossa alma. É trazendo essas reflexões sobre quem somos que a peça busca atingir exatamente a alma de seus espectadores, reconhecendo em cena fragmentos do cotidiano que nos fazem pensar em nossas atitudes e em como elas ecoam no mundo. O que deixamos de legado para o mundo? É importante nos questionarmos e mais importante ainda é fazer com que nossos questionamentos, através de nossas inquietudes, cheguem ao público trazendo a mesma revolução interna e externa. O espetáculo foi contemplado no edital de Teatro da Lei Aldir Blanc, através da Secult/Pa, pelo Artista Jadylson de Araújo. A direção é de Breno Monteiro e Luana Oliveira, a dramaturgia é de Luís Menna Barreto, com Dramaturgismo de Breno Monteiro e Lauro Sousa, a Produção é de Jadylson de Araújo e Lauro Sousa, a maquiagem é de Thaís Sales, Figurino de Raphael Arcanjo, Sonoplastia de Leonardo Sousa. No elenco temos Arman Duart, Eliane Gomes, Isabel Hass, Kate Por Deus, Leonardo Sousa, Nilton Cézar e Raul Lima. O projeto tem apoio do Espaço das Artes de Belém e da Companhia Paraense de Potoqueiros. O espetáculo vai ao ar na próxima quarta, dia 29 de setembro, às 20h e ficará disponível no site do Espaço das Artes de Belém (www.espacodasartesdebelem.com.br).
Meu Nome Não É Amélia
01:14:57
Espaço das Artes de Belém

Meu Nome Não É Amélia

A MULHER QUE O HOMEM CRIA É comum ver personagens femininas sendo (des)escritas de maneira estereotipada por dramaturgos homens, reforçando um cenário machista, sexista e misógino, mesmo que de maneira inconsciente. Através de uma longa linha de pesquisa, surge o grande questionamento: Quem são as dramaturgas que descrevem e escrevem sobre mulheres nas histórias clássicas, e atuais, que ouvimos até hoje? São homens. É a partir desse questionamento que surge o projeto “Meu Nome Não É Amélia”, idealizado pela Artista Eliane Gomes, que traz a forte temática feminista: O local de fala da mulher dentro de uma dramaturgia, mesclando ficção e realidade. Por conta disto a pesquisa revisa a importância de debater questões feministas dentro da escrita teatral, principalmente pautada por mulheres. São raros os nomes femininos ligados à escrita dramatúrgica que constam na historiografia teatral brasileira. Nomes como Josephina Álvares de Azevedo, Maria Angélica Ribeiro, Júlia Lopes de Almeida e Maria Jacintha são pouco estudados ou sequer conhecidos. Pode-se perceber então, que os estudos sobre teatro são focados na escrita dramatúrgica realizada por homens. Essa desvalorização não se dá somente na dramaturgia, e nem é algo exclusivo do campo teatral, é uma realidade que assombra o cenário brasileiro todos os dias. Durante o percurso da história da humanidade as mulheres sempre foram postas à margem dos acontecimentos relevantes, desde sempre silenciadas e invisibilizadas através da diminuição intelectual, subjugação perante homens e constantes assédios moral e físico. A dramaturgia tem como ponto de partida uma personagem feminina que está sendo criada por um dramaturgo homem, logo de primeira temos um grande embate histórico: O Criador x A Criatura. Esta personagem recebe um nome: Amélia e ela é chamada assim justamente para justificar a música “Ai que saudade da Amélia”, esta Amélia que virou erroneamente a “mulher submissa” em algum lugar do passado, esse tipo de ideal de mulher submissa era referente à nossa cultura machista. “Meu Nome Não É Amélia” é um espetáculo livre, autoral, que pretende atingir o máximo de mulheres e principalmente homens. O espetáculo foi contemplado no edital de Teatro da Lei Aldir Blanc, através da Secult/Pa, pela Artista Eliane Gomes. A Direção é de Leonardo Sousa e Kate Por Deus, a Dramaturgia e Iluminação são de Eliane Gomes, a Produção é de Lauro Sousa, Assistência de Produção de Jadylson de Araújo, o Figurino e Maquiagem são de Thaís Sales, Cenografia de Breno Monteiro, Sonoplastia de Leonardo Sousa. No elenco temos Breno Monteiro e Eliane Gomes. O projeto tem apoio do Espaço das Artes de Belém e da Companhia Paraense de Potoqueiros. O espetáculo vai ao ar no próximo domingo, dia 26 de setembro, às 20h e ficará disponível no site do Espaço das Artes de Belém (www.espacodasartesdebelem.com.br).
Perdida em Mim
01:01:59
Espaço das Artes de Belém

Perdida em Mim

AS MEMÓRIAS TE DESTROEM OU TE SALVAM? A Memória é capacidade de adquirir, armazenar e recuperar informações, sensações, pessoas e sentimentos ao longo da vida. Memórias podem causar alegria, mas também dor. O espetáculo "Perdida Em Mim" retrata a vida de uma psicóloga, Íris, que se encontra a beira de um abismo psicológico e mesmo assim se nega a procurar qualquer ajuda porque se acha imbatível e autossuficiente o bastante para se curar sozinha. Até que suas crises se intensificam e em meio a elas surgem fragmentos de memória que a levam a rememorar as fontes dos seus problemas, onde cada um começou. Um jogo de causa e consequência, mostrando que o que ela fez ou fizeram com ela no passado, influencia no que acontece no presente. As memórias são indutoras, mas ao mesmo tempo uma linha tênue entre a sanidade e o abismo da loucura. O monólogo também fala sobre a dualidade entre o bem e o mal, sobre o quanto as relações humanas de qualquer tipo podem fortalecer ou destruir. Posicionamentos externos influenciam em como as pessoas agem. Fala sobre autoanálise, e principalmente sobre a importância de procurar ajuda profissional. O espetáculo foi contemplado no edital de Teatro da Lei Aldir Blanc, através da SECULT/PA, pela Artista Kate Por Deus, que é quem assina a dramaturgia e atua no monólogo. A Direção e Iluminação são de Breno Monteiro. O Dramaturgismo, Produção e Cenografia são de Lauro Sousa, o Visagismo e Figurino são de Thaís, Sonoplastia de Leonardo Sousa, a Preparação Corporal é de Eliane Gomes. O projeto tem apoio do Espaço das Artes de Belém e da Companhia Paraense de Potoqueiros. O espetáculo vai ao ar no próximo sábado, dia 25 de setembro, às 20h e ficará disponível no site do Espaço das Artes de Belém (www.espacodasartesdebelem.com.br).
Não Me Covid
01:25:59
Espaço das Artes de Belém

Não Me Covid

MÁSCARAS, ÁLCOOL EM GEL, RISADAS E MUITO MAIS... Em 2020 ocorre a proliferação do Covid-19, mudando completamente o comportamento, a rotina e higiene das pessoas. Pensando nestas alterações que o cotidiano vem sofrendo, o espetáculo “Não Me Covid” retrata de maneira cômica situações do cotidiano que são inusitadas, mas que podem ser um preludio do que virá, caso as pessoas não se conscientizem que esta é uma situação séria. Mesmo com o avanço da vacinação, ainda é preciso falar sobre os riscos de contaminação, a importância do distanciamento, uso de máscara e práticas de higiene, por isso a escolha do gênero comédia para o espetáculo, pois chega mais facilmente ao público. O espetáculo é composto por esquetes com pessoas que vivem em tempos de corona, ainda que o assunto seja sério, e é importante frisar que é, a leveza em forma de sátira promove o pensamento autocrítico do indivíduo. Será que estamos executando o que pregamos e muitas vez o que cobramos dos outros? É com este tipo de reflexão que o espetáculo proposto pelo projeto satiriza de maneira inteligente, leve e cômica o comportamento humano em tempos de corona. O espetáculo foi contemplado no edital de Teatro da Lei Aldir Blanc, através da Secult/Pa, pelo Artista Celso Taynan. A direção e adaptação são de Breno Monteiro e Leonardo Sousa, a dramaturgia é de Luís Menna Barreto, a Produção e Visualidade é de Lauro Sousa, a maquiagem é de Eliane Gomes, Sonoplastia de Leonardo Sousa. No elenco temos Bárbara Pismel, Celso Taynan, Edilene Barbosa, Eliane Gomes, Everton Pereira e René Coelho. O projeto tem apoio do Espaço das Artes de Belém e da Companhia Paraense de Potoqueiros. O espetáculo vai ao ar na próxima quarta, dia 22 de setembro, às 20h e ficará disponível no site do Espaço das Artes de Belém (www.espacodasartesdebelem.com.br).
Musical "Assassinato pra 2"
01:14:46
Espaço das Artes de Belém

Musical "Assassinato pra 2"

QUEM MATOU ARTHUR WHITNEY? “Um Assassinato para Dois” é uma adaptação do musical Off-Broadway “Murder for Two”. O musical consiste em três atores e um músico encenando uma história de investigação criminal aos moldes das obras de grandes autores da literatura Inglesa, tal como Agatha Christie e Sir Arthur Conan Doyle. Essa adaptação, no entanto, se utiliza do humor paraense para satirizar o teatro musical genuinamente americano e suas referências. A peça, portanto, se propõe a conversar com as narrativas do chamado “American Musical” e com as narrativas da cultura paraense, a fim de criar os efeitos satíricos. Além dessas características, a peça objetiva questionar, de maneira bem humorada, o porquê desses padrões americanos ainda estarem fortemente intrínsecos aos musicais brasileiros. O teatro musical no Brasil parece ser uma descoberta bem recente, apesar de não ser tão novo no país. Entretanto, essa visão de distanciamento precisa ser gradativamente desmistificada a partir da realização de peças desse gênero, a fim de que o público reconheça o teatro musical como parte de nossa cultura, percebendo que há uma variedade de manifestações genuinamente brasileiras que podem conversar com obras estrangeiras e mostrar sua originalidade cultural. Portanto, o processo de adaptação da dramaturgia foi baseado nesses aspectos: pensar o “American Musical” como indutor das próprias brincadeiras propostas na peça, ou seja, uma metalinguagem. O segundo quesito foi mostrar o ponto de vista paraense acerca de questões culturais americanas, e como esse choque cultural pode causar o efeito de humor. Este projeto foi contemplado com o edital de teatro da Lei Aldir Blanc, através da Secult/PA, pelo artista Leonardo Barros. O espetáculo é dirigido por Eliane Gomes, produzido por Lauro Sousa e estrelado pelos atores Afonso Vitor, Breno Monteiro, Leonardo Sousa e o músico Jorge Miranda. A adaptação é Leonardo Barros, o visagismo é de Thaís Sales, a preparação corporal Kate Por Deus, a cenografia é de Breno Monteiro e Lauro Sousa e figurinos de Ierecê Navegantes. O espetáculo tem apoio do Espaço das Artes de Belém e Companhia Paraense de Potoqueiros. O espetáculo ficará disponível no site do Espaço das Artes de Belém (www.espacodasartesdebelem.com.br) a partir do dia 19 de setembro, domingo, às 20h.
SARAU DE TODAS AS CORES - Segundo Dia
01:13:52
Espaço das Artes de Belém

SARAU DE TODAS AS CORES - Segundo Dia

SARAU, ARTE E MUITAS CORES O Espaço das Artes de Belém apresenta a quinta edição do Sarau e vem de cara nova, agora é o “SARAU DE TODAS AS CORES”, desta vez, devido a atual situação será apresentado de forma online, em dois dias, com muitas atrações maravilhosas. O “SARAU DE TODAS AS CORES” é um grande evento de comunhão entre as artes e as pessoas, é palco para diversos artistas paraenses, além de ser vitrine para pequenos negócios, já contou com 4 edições no ano de 2019, cada uma delas com a sua singularidade, porém todas com muitas emoções. Teatro, dança, música, cinema, performances, rodas de conversa, feirinha, culinária, exposições e muito mais. A apresentação do evento conta com as Drags Mégara, Vespúccia DelFuego e Madame B, dos artistas Lennon Bendelak, Nilton Cézar e Lucas Belo. Entre as atrações temos a apresentação teatral de Isabel Hass, Evs Cris, Lauro Sousa e Thaís Sales. Na dança temos a apresentação de Tainah Leite e de Juan Silva. Temos também a miss mix de Concórdia do Pará, Kemilly Vitória. Temos a apresentação de Rodolpho Sanches e o seu palhaço Bolonhesa. Uma roda de conversa com jovens dramaturgas, mediada por Claudia Vidal e participação de Eliane Gomes, Luana Oliveira e Kate Por Deus. A apresentação de musical de Bella e de Érika Cardoso. Dicas de Lip Sync com Brigitte Liberté. Nas performances drag temos Monique Lafon, Gigi Hibrida, Lyssandra Candy, Madame B, Vespúccia DelFuego, Mégara e Brigitte Liberté. Temos também a exposição dos quadros de Melina Mello. O objetivo maior do Sarau é agregar, a intenção é poder unir as pessoas e mostrar os artistas e suas artes, é maravilhoso poder recordar todos os momentos vivenciados durante esses dias abertos ao público, num evento com entrada gratuita. Desta vez de forma online, sem a presença do público, buscamos levar ao público a arte no conforto de suas casas, esperamos que logo mais possamos ter o retorno do público e ter a nossa casa cheia. O evento foi contemplado com o edital de Festival Integrado da Lei Aldir Blanc, através da Secult/PA, pelo artista Lennon Bendelak. A organização do evento é de Breno Monteiro, Lauro Sousa e Thaís Sales. A produção é de Lauro Sousa, os cenários são de Breno Monteiro e Lauro Sousa. A filmagem é de Everton Pereira e a captação de som de Daniel Aviz. O evento vai ao ar nos dias 17 e 18 de setembro, sempre às 20h e ficará disponível no site do Espaço das Artes de Belém (www.espacodasartesdebelem.com.br)
SARAU DE TODAS AS CORES - Primeiro Dia
01:15:25
Espaço das Artes de Belém

SARAU DE TODAS AS CORES - Primeiro Dia

SARAU, ARTE E MUITAS CORES O Espaço das Artes de Belém apresenta a quinta edição do Sarau e vem de cara nova, agora é o “SARAU DE TODAS AS CORES”, desta vez, devido a atual situação será apresentado de forma online, em dois dias, com muitas atrações maravilhosas. O “SARAU DE TODAS AS CORES” é um grande evento de comunhão entre as artes e as pessoas, é palco para diversos artistas paraenses, além de ser vitrine para pequenos negócios, já contou com 4 edições no ano de 2019, cada uma delas com a sua singularidade, porém todas com muitas emoções. Teatro, dança, música, cinema, performances, rodas de conversa, feirinha, culinária, exposições e muito mais. A apresentação do evento conta com as Drags Mégara, Vespúccia DelFuego e Madame B, dos artistas Lennon Bendelak, Nilton Cézar e Lucas Belo. Entre as atrações temos a apresentação teatral de Isabel Hass, Evs Cris, Lauro Sousa e Thaís Sales. Na dança temos a apresentação de Tainah Leite e de Juan Silva. Temos também a miss mix de Concórdia do Pará, Kemilly Vitória. Temos a apresentação de Rodolpho Sanches e o seu palhaço Bolonhesa. Uma roda de conversa com jovens dramaturgas, mediada por Claudia Vidal e participação de Eliane Gomes, Luana Oliveira e Kate Por Deus. A apresentação de musical de Bella e de Érika Cardoso. Dicas de Lip Sync com Brigitte Liberté. Nas performances drag temos Monique Lafon, Gigi Hibrida, Lyssandra Candy, Madame B, Vespúccia DelFuego, Mégara e Brigitte Liberté. Temos também a exposição dos quadros de Melina Mello. O objetivo maior do Sarau é agregar, a intenção é poder unir as pessoas e mostrar os artistas e suas artes, é maravilhoso poder recordar todos os momentos vivenciados durante esses dias abertos ao público, num evento com entrada gratuita. Desta vez de forma online, sem a presença do público, buscamos levar ao público a arte no conforto de suas casas, esperamos que logo mais possamos ter o retorno do público e ter a nossa casa cheia. O evento foi contemplado com o edital de Festival Integrado da Lei Aldir Blanc, através da Secult/PA, pelo artista Lennon Bendelak. A organização do evento é de Breno Monteiro, Lauro Sousa e Thaís Sales. A produção é de Lauro Sousa, os cenários são de Breno Monteiro e Lauro Sousa. A filmagem é de Everton Pereira e a captação de som de Daniel Aviz. O evento vai ao ar nos dias 17 e 18 de setembro, sempre às 20h e ficará disponível no site do Espaço das Artes de Belém (www.espacodasartesdebelem.com.br)
 

*Orientações para login de acesso através do celular: Você deve fazer o registro e logo em seguida deve atualizar a página para poder liberar o seu acesso.

 
 
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O espetáculo "2060" traz à cena questões polêmicas e comuns do cotidiano de um grupo de idosos, a exemplo do dilema tangente à orientação sexual e da trágica aproximação da velhice. Isso tudo com muita irreverência e bom humor! Os tipos e estilos individuais retratados pelas personagens nos dão mostras do diverso-complementar muito bem destacado, tanto pelo figurino e maquiagem, como também pelas marcas psicológicas traduzidas nos gestos e falas. O recado da peça transita entre um presente que se eterniza e a temerosa incerteza de futuro. Vida e morte. Ânima e corpus em fragilidade. Ou quando o morrer é apenas "virar purpurina"! Parabéns a todo elenco e equipe, cabendo a cada um o respeito e o reconhecimento por um trabalho realizado em meio a tantas adversidades. Viva a arte, vivam os artistas!

Domingas Sales

 

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